Rubelose (Corticium salmonicolor)

As lesões se iniciam nas axilas de galhos e ramos, onde a umidade é maior, favorecendo o desenvolvimento do fungo agente causal. A princípio, os ramos são cobertos por micélio branco, brilhante, em leque, que depois adquire uma coloração, rósea. Esse micélio depois desaparece, deixando, porém, filamentos longos esbranquiçados ou acinzentados, que são os sinais típicos da doença. O fungo penetra primeiro em tecidos da casca dos ramos, possivelmente por lenticelas, e depois em camadas mais internas do lenho. No início da infecção as lesões exsudam goma. Sobre a casca dos ramos forma-se uma crosta rósea, que com o tempo, racha e perde a cor viva. A casca apresenta também fendilhamentos longitudinais, devido à morte dos tecidos na área das lesões. Com o comprometimento de camadas mais internas de lenho, as lesões provocam anelamentos em galhos e ramos, que secam da extremidade até a área onde as lesões estão localizadas. Os frutos de ramos afetados não completam a maturação e caem prematuramente. A rubelose é induzida pelo fungo Corticium salmonicolor, que pode também afetar mais de 165 espécies de plantas tropicais e subtropicais, como: cafeeiro, mangueira, seringueira, eucalipto, cacau, macieira, pimentão, chá, etc. A produção de basidiósporos sobre as crostas róseas ocorre em muitos hospedeiros. Contudo, ela ainda não foi observada em citros. O papel dos basidióspo ou de outros propágulos do fungo, na epidemiologiada rubelose é ainda desconhecido.

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